quarta-feira, 7 de julho de 2010
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Matemática é vida: Suicide-se também com as novas facas TRANSTONTINAS!
Epitáfio De Crocodilos Ferozes
O nome sapo é uma designação genérica de anfíbios da ordem Anura, e em especial da família Bufonidae. No entanto, não sendo uma designação científica, aplica-se também a outras famílias. Por exemplo, o sapo-parteiro pertence à família Discoglossidae, à qual pertencem também as rãs-pintadas.
Existem cerca de 4.800 espécies de sapos. A maioria deles vive próximo a uma fonte de água, muito embora existam sapos que vivam em ambientes úmidos que não são considerados ambientes aquáticos, como a serrapilheira de florestas tropicais úmidas. A necessidade de água é mais premente para os ovos e os girinos do sapo, e algumas espécies utilizam poças temporárias e água acumulada nos ramos de plantas, como as bromélias como sítio de criação.
O sapo se distingue da rã pelas membranas interdigitais pouco desenvolvidas e pela pele mais seca e rugosa. Geralmente, vive em ambiente mais seco.
E É POR ISSO QUE EU SEMPRE DIGO: SE BARBA FOSSE SINAL DE RESPEITO, BODE NÃO TINHA CHIFRE, ENTENDE?
Porque afinal, nós somos criaturas cibernéticas de origem metafísica dos canaviais do sudeste da Ásia, sabia? E também temos que consumir batatas em excesso, porque janelas de vidro são armas nucleares criadas para destruir todos os ratos e aranhas do planeta júpiter.
Existem cerca de 4.800 espécies de sapos. A maioria deles vive próximo a uma fonte de água, muito embora existam sapos que vivam em ambientes úmidos que não são considerados ambientes aquáticos, como a serrapilheira de florestas tropicais úmidas. A necessidade de água é mais premente para os ovos e os girinos do sapo, e algumas espécies utilizam poças temporárias e água acumulada nos ramos de plantas, como as bromélias como sítio de criação.
O sapo se distingue da rã pelas membranas interdigitais pouco desenvolvidas e pela pele mais seca e rugosa. Geralmente, vive em ambiente mais seco.
E É POR ISSO QUE EU SEMPRE DIGO: SE BARBA FOSSE SINAL DE RESPEITO, BODE NÃO TINHA CHIFRE, ENTENDE?
Porque afinal, nós somos criaturas cibernéticas de origem metafísica dos canaviais do sudeste da Ásia, sabia? E também temos que consumir batatas em excesso, porque janelas de vidro são armas nucleares criadas para destruir todos os ratos e aranhas do planeta júpiter.
Egocentrismo Suicída
“Estou com medo. Tive um pesadelo.” Não, não é plagio, é uma citação. Isso porque eu realmente estou com medo, e isso porque eu realmente tive um pesadelo. Um dos mais bizarros. Eu sempre tenho sonhos bizarros, mas este... Uma criancinha loira e com carinha de anjinho queria a todo custo matar-me. Com uma faca. Ela tinha cerca de cinco anos, e usava aparelho azul nos dentes, o que é muito estranho. Quem usa aparelho aos cinco anos? E ainda por cima era azul. Era uma menina, meninas de cinco anos não usam absolutamente NADA azul (eu confesso, aos cinco anos minha cor preferida era azul, mas não é de se espantar, já que estamos falando de MIM). Exceto Dakota Fanning, meninas de cinco anos não querem matar pessoas. E ainda por cima, quando a garota vinha me atacar, eu tentava socar-lhe uma bordoada no meio da cara, e por mais que juntasse toda a força dos dois braços (que cá entre nós, não valem mesmo muita coisa), não conseguia atingi-la. Era como se tivesse algo me impedindo. Eu confesso também, que meu cabelo aos cinco anos não era toda essa “Castanhera” que é hoje. Eu era meio loirinha. Mas nunca tive de usar aparelho. Bem ou mal, meu único problema está nos olhos. Talvez, a garota fosse eu mesma, e talvez o aparelho servisse apenas para estampar a minha cor preferida naquele tempo. Talvez, isso signifique que eu seja uma psicopata em potencial desde os cinco anos de idade. Talvez, isto tudo esteja implícito nestes sonetos sem pé nem cabeça, nessa vontade louca de inventar malícia nos contos inocentes para crianças, nessa necessidade quase egocêntrica de contar meus sonhos bizarros num blog com naipes de carta como plano de fundo. Egocêntrica. Tenho a leve impressão (e minha leve impressão rapidamente se expande, e torna-se uma certeza incontrolável) de que ando muito egocêntrica nesses últimos tempos. Primeiro esse negócio de twitter. Agora, é essa coisa de sonhar toda noite com alguém querendo me matar com uma faca, pra ser bem cruel. Por que eu me dou tanta importância? Pra que raios alguém quereria me matar? Que diferença eu faria, estando ou não neste mundo? Quem teria motivos para me odiar, além de mim, da torcida do Corinthians e dos coloridinhos? Brincadeirinha, brincadeirinha. Mas então, por que, meu Deus, por que alguém teria motivos para matar uma escritora de blog de 14 anos, cujo passatempo preferido é montar quebra-cabeças? Ser inútil não é motivo para ser odiado. Isto é bom. Mas também, pessoas inúteis geralmente não batem muito bem. Na escola, por exemplo, de vez em quando aparecem parafusos, objetos bem estranhos ao ambiente escolar, mas, quando eles surgem, vem dizer que caíram da minha cabeça. É, não tem a mínima graça. Eu nem rio mais. Mesmo assim, eles não param de aparecer, e quando aparecem, os piadistas fanfarrões vem me dar. Eu sou calma. Se as pessoas fazem piadas realmente engraçadas a meu respeito, que motivos eu teria para não rir? Eu rio mesmo. Mas isso, realmente já perdeu a graça! Enfim, este foi apenas um pequeno exemplo da minha fama de psicologicamente instável. Aliás, ser conhecida como psicopata em potencial já implica em ser meio anormal. Eu tenho motivos concretos para acreditar que aquela garota demente de cinco anos sou eu, e que no meu inconsciente, eu quero me matar. Oh, boy, too bad!
Obs.: mentira. Eu me amo incondicionalmente. Se há um ato que eu definitivamente não cometeria, é suicídio. Meu egocentrismo não permitiria. Bah! Chega!
Obs.: mentira. Eu me amo incondicionalmente. Se há um ato que eu definitivamente não cometeria, é suicídio. Meu egocentrismo não permitiria. Bah! Chega!
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Nonsense IV
O tempo passou:
Mandou lhe avisar:
Nunca mais irá voltar,
E, amargo, disse que nunca parou.
O tempo não vacilou,
Quando veio me contar:
Para todos há de chegar,
E, indiferente, disse que nunca falhou.
O tempo, como sempre apressado,
Mandou lembranças a quem quer que seja,
E saiu dizendo estar muito ocupado.
Aquele tempo se foi, como quem sai atrasado,
Só deixando uma angústia, “onde quer que esteja”,
E fugiu como o que já não era lembrado.
Mandou lhe avisar:
Nunca mais irá voltar,
E, amargo, disse que nunca parou.
O tempo não vacilou,
Quando veio me contar:
Para todos há de chegar,
E, indiferente, disse que nunca falhou.
O tempo, como sempre apressado,
Mandou lembranças a quem quer que seja,
E saiu dizendo estar muito ocupado.
Aquele tempo se foi, como quem sai atrasado,
Só deixando uma angústia, “onde quer que esteja”,
E fugiu como o que já não era lembrado.
Nonsense III
Pois então,
Veja, companheiro, como as coisas são...
Hoje, as águas de abril é que fecham o verão;
Absurdos? Muitos ainda virão!
No meio de toda esta instabilidade sem fim,
Aqui é lá, lá é ali, agora tudo é assim!
Uns vão, outros ficam, ninguém entende de nada...
Oh, mas que bagunça, que coisa desorganizada!
Tudo virou uma balburdia total,
Assim como estupidez tornou-se febre nacional.
Mas devemos nos ajudar? De quem devemos nos proteger?
“Quem é o inimigo, quem é você?”
Todos parecem muito animados,
Mas, sejamos sinceros: não há mais príncipes encantados!
Os poucos que possuíamos, foram... Coitados...
Abduzidos e alienados...
Creio que por alienígenas...
Ou seriam indígenas disfarçados?
Bah! Que maluquice! Oh, que confusão!
Há um poeta louco, em meio à multidão,
Que, para alegrar um pobre cidadão,
Faz rimas sem nexo, poesia barata e mera loucura,
Já que todos sofremos de males sem cura:
Paixão, tristeza, solidão...
Ou seria apenas medo da escuridão?
Veja, companheiro, como as coisas são...
Hoje, as águas de abril é que fecham o verão;
Absurdos? Muitos ainda virão!
No meio de toda esta instabilidade sem fim,
Aqui é lá, lá é ali, agora tudo é assim!
Uns vão, outros ficam, ninguém entende de nada...
Oh, mas que bagunça, que coisa desorganizada!
Tudo virou uma balburdia total,
Assim como estupidez tornou-se febre nacional.
Mas devemos nos ajudar? De quem devemos nos proteger?
“Quem é o inimigo, quem é você?”
Todos parecem muito animados,
Mas, sejamos sinceros: não há mais príncipes encantados!
Os poucos que possuíamos, foram... Coitados...
Abduzidos e alienados...
Creio que por alienígenas...
Ou seriam indígenas disfarçados?
Bah! Que maluquice! Oh, que confusão!
Há um poeta louco, em meio à multidão,
Que, para alegrar um pobre cidadão,
Faz rimas sem nexo, poesia barata e mera loucura,
Já que todos sofremos de males sem cura:
Paixão, tristeza, solidão...
Ou seria apenas medo da escuridão?
domingo, 13 de junho de 2010
Nonsense II
Entre mortos e feridos, eis a salvação:
Árvore que dá maçã é a bananeira.
E assim caminha a humanidade sem eira nem beira,
Ao passo do elefantinho babacão.
Feitas de água e sal as bolachas são.
Uma canoa é feita de madeira,
Mas perguntar quanto é preciso é besteira.
Então seria o mar um grande biscoitão??
O sentido disso tudo, ainda não foi descoberto,
Melhor assim, pois pode esfriar,
E aí ele fica constipado.
Se o portão está fechado,
É previsível imaginar,
É porque não está aberto.
Árvore que dá maçã é a bananeira.
E assim caminha a humanidade sem eira nem beira,
Ao passo do elefantinho babacão.
Feitas de água e sal as bolachas são.
Uma canoa é feita de madeira,
Mas perguntar quanto é preciso é besteira.
Então seria o mar um grande biscoitão??
O sentido disso tudo, ainda não foi descoberto,
Melhor assim, pois pode esfriar,
E aí ele fica constipado.
Se o portão está fechado,
É previsível imaginar,
É porque não está aberto.
sábado, 12 de junho de 2010
Nonsense I
Se tudo é uma questão de tempo,
Por que a matemática quer que EU resolva?
Essa vida é mesmo indecente,
O começo é contente,
O destino, indiferente,
O final, reticente...
E todo o resto é meio,
E todo o meio é devaneio,
E se estamos aqui a passeio,
O que antes ficou para trás é o que hoje conosco veio.
Nem sempre os meios justificam finais,
Nem todos os filhos honram seus pais,
Uns criticam demais,
Mas não se vê o que se faz.
Dizem que é bom pensar no futuro,
Logo, para que não fiquem em cima do muro,
Vou escolher e providenciar meu caixão:
Livro os enlutados da decisão,
E quando para meu coração,
Serão festas, e a alegria se espalhará pela multidão!
Daniele Molina.
Por que a matemática quer que EU resolva?
Essa vida é mesmo indecente,
O começo é contente,
O destino, indiferente,
O final, reticente...
E todo o resto é meio,
E todo o meio é devaneio,
E se estamos aqui a passeio,
O que antes ficou para trás é o que hoje conosco veio.
Nem sempre os meios justificam finais,
Nem todos os filhos honram seus pais,
Uns criticam demais,
Mas não se vê o que se faz.
Dizem que é bom pensar no futuro,
Logo, para que não fiquem em cima do muro,
Vou escolher e providenciar meu caixão:
Livro os enlutados da decisão,
E quando para meu coração,
Serão festas, e a alegria se espalhará pela multidão!
Daniele Molina.
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